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Após anunciar um corte de R$ 5,9 bilhões em gastos e reduzir à metade o orçamento do PAC para este ano, o governo federal coloca na mira os benefícios dos servidores públicos do Executivo. A desculpa é que complementos como auxílios-alimentação, pré-escola e transporte fazem com que salários ultrapassem o teto constitucional do funcionalismo.
Segundo uma fonte da equipe econômica, a ideia é reduzir os valores. Na regra atual, cada servidor tem direito a R$ 458,00 por mês de auxílio-alimentação, R$ 321,00 para ajudar a pagar pré-escola e R$ 204,19 de auxílio-transporte. A mudança afetaria só os servidores do Executivo, pois o governo não tem autonomia para propor mudanças no Legislativo e no Judiciário, que gastam mais com esse tipo de benefício.
 
O governo também estuda aumentar a contribuição previdenciária dos servidores do Executivo. Segundo fontes, o percentual aumentaria de 11% para 14%.
Fonte: Estadão

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